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SC registra 44 casos graves de gripe A neste ano

Os dados foram divulgados pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de SC (Dive-SC) nesta quinta-feira.

11/05/2018 às 08h43

Santa Catarina já registrou 44 casos graves de gripe A em 2018, sendo 25 de H1N1 e 19 de H3N2, além de quatroque ainda estão em investigação do subtipo.  Também foram confirmados quatrocasos hospitalização pelo vírus influenza B no Estado até o dia 8 de maio. Os dados foram divulgados pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de SC (Dive-SC) nesta quinta-feira. 

O município que teve maior número de casos de influenza foi Florianópolis, com 15 hospitalizações. Em seguida, Tubarão, com cinco casos;  Biguaçu, Itajaí, Joinville, Palhoça e São José, com trÊs casos cada; Blumenau, Braço do Norte, Jaraguá do Sul, Santo Amaro da Imperatriz e Tijucas, com dois casos cada; Brusque, Canelinha, Itapema, Laguna, Lebon Régis, Rodeio e São Miguel do Oeste, com um caso cada, 

Em relação à idade, os casos confirmados por influenza foram com indivíduos nas faixas etárias menor que 2 anos (1 caso), 2 a 4 anos (1 caso), 5 a 9 anos (6 casos), 10 a 19 anos (7 casos), 20 a 29 anos (10 casos), 30 a 39 anos (4 casos), 40 a 49 anos (3 casos), 50 a 59 anos (10 casos) e acima de 60 anos (10 casos). 

Se comparado com os dois anos anteriores, SC tem apresentado menos casos de influenza.  Entre os meses de janeiro a abril, que são de baixa circulação do vírus, foram 404 casos em 2016 e 56 casos em 2017.  

Campanha de vacinação

A campanha de vacinação contra a gripe começou em 23 de abril e vai até 12 de maio – considerado o dia D da mobilização nacional. O público-alvo abrange crianças entre seis meses e cinco anos; gestantes; puérperas (até 45 dias após o parto); pessoas com 60 anos ou mais; trabalhadores da saúde; professores do ensino infantil, fundamental e médio de escolas públicas e privadas e do ensino superior público e privado; povos indígenas; grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas; população privada de liberdade; e funcionários do sistema prisional. 

Fonte: DC



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